Ao escolhermos o nome da companhia, quisemos enfatizar não a dimensão dos gestos, mas a atenção em relação a cada elemento cênico. Em cena, cada olhar, cada deslocamento, cada palavra se transforma em elemento significativo. Buscamos o mínimo de movimentos e de palavras para dizer o máximo possível, buscamos a multiplicidade de sentidos a partir da síntese formal. Procuramos também, em nossos espetáculos, estabelecer um diálogo com a tradição, porque, como disse Walter Benjamin, a verdadeira obra de arte rompe com a tradição ao mesmo tempo que a perpetua. Somos muito velhos... o olhar contemporâneo é a memória de uma longa trajetória.

   
Quando nós os mortos despertarmos, de Henrik Ibsen
O Marinheiro, de Fernando Pessoa
Valsa nº 6, de Nelson Rodrigues
Penélope, de Fátima Saadi e Antonio Guedes
O fantasma de Canterville, de Oscar Wilde
A serpente, de Nelson Rodrigues
Henrique IV, de Luigi Prandello
Medéia, de Eurípides
O homem da flor na boca, de Luigi Pirandello
Navalha na carne, de Plínio Marcos
Vestir os nus, de Luigi Pirandello
Peer Gynt, de Henrik Ibsen
Paula Leal
Paula Leal
Paula Leal
Paula Leal
Priscila Amorim
Paula Leal
Walter Lima Torres